sábado, 30 de outubro de 2010

Sábado às 18 horas


Sábado 18 h, estou aqui tentando me desligar, eu tenho um sério problema de tentar fazer muitas "coisas" ao mesmo tempo, e às vezes eu consigo, rsrsre e sabe essa "coisa" ai que eu acabei de escrever? Pode, podem ser tantas "coisas"!
Então vamô lá... a poesia

Fragmentos de Pensamentos

Minha mente fora do lugar, está onde você nunca irá chegar
Rimas pobres, rimas ricas... não entendo de métrica, não sei nem onde fica
Claras mãos me tocam, claras mãos me espremem, claras mãos me oprimem
Mas de quem são as claras mãos...
Farfalhar? Que isso, que bicho farfalha? Eu? Eu grito, choro, xingo, rezo, oro...
farfalhar, não!
Mas e as claras mãos? de quem são? São de José, o de São João, ou de qualquer são
mas minhas não
Tem lápide, tem sobra, tem sombra, a sombra eterna de quem não perdoou
Sombra eterna de quem se condenou, sombra eterna de quem me crucificou...
Falar o que de mim? Você nem me conhece, você não sabe nada, pensa até que eu farfalho!
Mas eu não farfalho, eu choro, rezo, xingo, grito, oro...

Gute nacht, viele danke