Não quero saber como é a casa do diabo
nem culpá-lo, das infelicidades do mundo e nem das minhas.
Pelas vezes que errei, até gostaria de jogar a culpa nele, negar que sou livre, aliviaria minha consciência, não quero saber como é a casa do diabo...
Acredito que ela seja de cor escura, como todos os sentimentos negros que habitam o coração humano, creio que o cheiro seja igual a de um esgoto, assim como meus medos, minha ganância, meu egoísmo...
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Essa aí dá pra fazer até música... sinistro!
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