sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Madame Friz

Certamente ela não estava mais em casa, ele a procurou por todos os lugares, cada cômodo exalava seu cheiro, a saudade era grande...
Desconsolado caminha, seus pensamentos vagavam no mundo do perdão.
O seu olhar falava, de tristezas, de amarguras, de remorsos ... Por saber que Madame Friz jamais voltaria, e somente por sua própria culpa. Mal sabia ele que Friz, em um surto de ira, já não habitava entre os vivos, tamanho foi o desgosto sofrido, tamanha a sua falta de fé.


Quantos de nós por um momento de ira morremos?
Quantos por falta de decisão deixamos alguém morrer, sem coragem de pedir um simples perdão?
Em minha vida ainda há muitos altos e baixos, ms cada dia é dia de recomeçar.
Eu ainda vou ser muito boa nisso, (escrever), rsrs ,bj

Um comentário:

  1. Gostei da profundidade filosófica do assunto. Parabéns Bárbara. Certo dia, certa pessoa me disse que não nascemos escritores, mas aprendemos a ser... basta querer!

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